Vou contar-vos a história de um povo. Que tem tudo p’ra sorrir de novo.
Vou falar-vos da velha coragem Sacrifícios e muitas viagens.Vou falar do soldado tombado. Anulando o sorriso rasgado.
Do kandengue que sofreu calado. E do povo que estava cansado.
Vou falar desta terra de glórias. Nossa Angola de muitas memórias. Vou falar de um povo que quis. Finalmente agora feliz.
Vou mostrar-vos uma nova terra. Agora sem guerra. Angola do meu coração. Mwangolê! Não se deixa. Não vacila a hora é essa. Dá-me a tua mão.
Para junto comigo bumbar. Nossa Angola juntos levantar.
Vou falar do artista sofrido.
Que pintou trinta anos de guerra. Finalmente hoje tem a honra. De pintar anos brancos de paz.
Vou falar deste craque Mantorras. Dos golaços do nosso Akwá. Mano brincadeira tem hora. Paz e alegria aqui moram.
Vou falar para você que emigrou. Na esperança de vida melhor. Olha o teu povo te espera.
Vou falar do meu povo de novo. Sem esquecer nosso craque Sayovo. Vou falar-vos dos Palancas Negras. Os donos do meu coração.
Vou falar do tuga que ficou. No gingar dessa negra angolana. P’rá Europa nunca mais voltou. Com a garina do Marçal ficou.”
V-Matias Damásio- Musico Angolano.
Do kandengue que sofreu calado. E do povo que estava cansado.
Vou falar desta terra de glórias. Nossa Angola de muitas memórias. Vou falar de um povo que quis. Finalmente agora feliz.
Vou mostrar-vos uma nova terra. Agora sem guerra. Angola do meu coração. Mwangolê! Não se deixa. Não vacila a hora é essa. Dá-me a tua mão.
Para junto comigo bumbar. Nossa Angola juntos levantar.
Vou falar do artista sofrido.
Que pintou trinta anos de guerra. Finalmente hoje tem a honra. De pintar anos brancos de paz.
Vou falar deste craque Mantorras. Dos golaços do nosso Akwá. Mano brincadeira tem hora. Paz e alegria aqui moram.
Vou falar para você que emigrou. Na esperança de vida melhor. Olha o teu povo te espera.
Vou falar do meu povo de novo. Sem esquecer nosso craque Sayovo. Vou falar-vos dos Palancas Negras. Os donos do meu coração.
Vou falar do tuga que ficou. No gingar dessa negra angolana. P’rá Europa nunca mais voltou. Com a garina do Marçal ficou.”
V-Matias Damásio- Musico Angolano.

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